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Rede Católica frente ao HIV/Aids - América Latina e Caribe
Boletim Informativo
Setembro/2007 - Ano I - Nº 11
rede@pastoralaids.org.br
Brasil
No dia 1º de setembro aconteceu no Rio Grande do Sul, na cidade de Ivoti, encontro para formação de Agentes da Pastoral da Aids. O encontro foi realizado em parceria com as Irmãs de Santa Catarina que administram o Hospital São José no município.
Quarenta e oito participantes ligados a saúde, a educação e outras igrejas aprofundaram a temática das DST/HIV/Aids, acolhida, acompanhamento das pessoas soropositivas e as formas de prevenção para que cada um possa se proteger e proteger os outros.
Irmã Liane Postai, dinamizadora do trabalho na diocese, falou da importância deste trabalho e os passos dados para organizar as ações.
Nicaragua
El Dr. Roberto Javier Cisneros comparte el caso de María Josefa Rivera Castro, mujer nicaragüense que llegó a un hospital para dar luz y sin su autorización le realizaron examen de VIH donde fue diagnosticado que tendría Sida .
Después de siete años este diagnóstico al ser realizado en una clínica privada resulta ser negativo. Este caso está actualmente en manos de la justicia para esclarecimientos.
Medición del gasto en SIDA
Con la participación de más de 50 representantes de los países de la región Latinoamérica, Cuba y República Dominica, inició el día 3 de septiembre en ciudad de Panamá, el Taller sobre Medición del Gasto en SIDA "MEGAS".
Esta iniciativa es organizada por el Programa Conjunto de las Naciones Unidas sobre el VIH/SIDA, ONUSIDA, a través de su Equipo de Apoyo Regional para América Latina y el Centro Internacional de Cooperación Técnica en VIH y SIDA, CICT.
El Objetivo del taller es presentar los cambios en las clasificaciones de medición de gasto en SIDA (MEGAS) y trabajar sobre los problemas prácticos y conceptuales encontrados en los ejercicios de procesos de este tipo que ya se han realizado en el pasado, así como en el proceso de implementación. El evento también servirá como plataforma para unificar criterios y dar soluciones a los problemas planteados por los países.
El Dr. César Antonio Núñez, Director Regional de ONUSIDA para América Latina resaltó la importancia de esta herramienta para la generación de información estratégica para la toma de decisiones, e indicó que "los países pueden identificar si el gasto de sus recursos, tanto nacionales como externos, se lleva a cabo en las poblaciones y áreas identificadas como prioritarias.
Por su parte, Carlos Passarelli, Director del CICT señaló que "El centro apoya este esfuerzo conjunto de los países en mejorar sus capacidades de planificación y administración de recursos porque eso es llave para la sostenibilidad de las respuestas en la región".
MEGAS es un método que identifica los flujos de financiamiento dirigidos tanto a la prevención como a los cuidados de la salud. Asimismo, aquellos dirigidos a las actividades en educación, desarrollo social, y en los sectores de beneficencia, así como otras actividades que están claramente fuera de cualquier conceptualización en el sistema de entrega de los servicios de salud. La información que proporciona MEGAS puede contribuir en la identificación de brechas de atención existentes y la forma en que afectan a distintos grupos humanos, mostrando diferencias en la distribución geográfica del gasto en VIH/SIDA, permitiendo comparar el presupuesto del Plan Estratégico y los niveles de gasto observados en los años de su implementación y contribuyendo a identificar sesgos y preferencias del financiamiento externo y del sector público, para realizar acciones de abogacía.
Durante el taller los participantes tendrán la oportunidad de trabajar en casos prácticos utilizando herramientas que facilitan la implementación de la metodología en sus países como formularios de recolección, soluciones computacionales y otras herramientas. La actividad busca formar técnicos en esta metodología y procesos para garantizar la veracidad y el acierto en las estimaciones en los gastos de SIDA en los países de la región.
Otras Noticias...
Brasil é destaque em vigilância epidemiológica e no combate à Aids
As ações de vigilância epidemiológica e de combate à Aids promovidas pelo Brasil ganharam destaque no relatório anual produzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado na última semana, em Genebra, na Suíça. Segundo o documento, o Brasil é pioneiro na distribuição de medicamentos para o combate à Aids na rede pública de saúde e possui sistema de vigilância capaz de identificar, controlar e prevenir surtos e emergências epidemiológicas.
O relatório que destacou as ações brasileiras traz um alerta: as doenças infecciosas estão se espalhando em todo o mundo com uma rapidez jamais registrada. "Nenhum país está protegido frente à chegada de uma nova enfermidade", diz o documento. Daí a necessidade dos países membros da OMS de manter a vigilância epidemiológica sempre em alerta.
O relatório da Organização Mundial de Saúde 2007 destaca o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) como um importante instrumento para coleta e troca de informações epidemiológicas entre o Brasil, Estados Unidos e países da América Latina. De acordo com o documento, o Centro de Informações é um importante passo para o fortalecimento da integração dos países na melhoria do sistema global de saúde pública.
No Brasil, o Cievs funciona desde março de 2006, em Brasília, e é por meio dele que a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde detecta, monitora, controla e previne a ocorrência de doenças. O Cievs é especialmente equipado para receber informações sobre a ocorrência de surtos e emergências epidemiológicas, tais como os demais centros instalados nos Estados Unidos, Canadá, México, Peru e Argentina.
No período de março de 2006 a julho de 2007, o Cievs monitorou 301 eventos, no Brasil e em países vizinhos, como a Argentina e Bolívia. Destes, 299 foram por agravos transmissíveis e dois por desastres naturais.
Além do Cievs, o país tem duas Unidades de Respostas Rápidas (URR) na Bahia e no Rio Grande do Norte que integram a Rede Nacional de Respostas aos Surtos e Emergências. Existe também um sistema de monitoramento de emergências epidemiológicas funcionando há 10 anos em São Paulo que também integra a rede coordenada pelo Ministério da Saúde e conta recursos federais para o seu aperfeiçoamento.
O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde e em parceria com as secretarias de saúde dos estados e capitais, está investindo R$ 5 milhões na instalação e aperfeiçoamento de 53 Unidades de Respostas Rápidas no país até 2011.
(Correio de Uberlândia - MG)
Fonte: http://www.abcdaids.com.br
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