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Rede Católica frente ao HIV/Aids - América Latina e Caribe
Boletim Informativo
Março/2008 - Ano I - Nº 21
rede@pastoralaids.org.br
Brasil
A Pastoral da Aids (www.pastoralaids.org.br) da diocese de Paranaguá no estado do Paraná, em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado, realizou trabalho de prevenção e conscientização junto aos veranistas.
A Operação Verão, realizada em todo o litoral paranaense, iniciou no dia 19 de dezembro e permaneceu até o carnaval levando às comunidades informações sobre: saúde, segurança e meio ambiente.
A Pastoral esteve presente na Orla Marítima e nos balneários de Pontal do Paraná, Matinhos, Caiobá e Guaratuba.
Costa Rica
El P. Luis Carlos Badilla no comunica que del 7 al 9 de febrero un servidor, dialogó con el Dr. Hernán Quezada s.j de México, para coordinar la política de trabajo de la zona.
"A nivel nacional estamos coordinado los esfuerzos y trabajos; a nivel diocesano, logramos consolidar un grupo de autoayuda y autogestión de mujeres que viven con VIH.
Continuamos con el proyecto de alimentación y cooperación con los hombres y mujeres que asisten a la Clínica del VHI/Sida del hospital de la región y con el proyecto sobre incidencia política y DDHH para mejorar la calidad de nuestros hermanos y hermanas.
Para la pascua esperamos reflexionar sobre el tema del documento de Aparecida: Pastoral de la Salud y VIH. "
Uruguay
La Hna Stella Domínguez, miembro de la Red Católica en el Uruguay, comparte informaciones sobre el Proyecto: "Armonización de Políticas Públicas para la Educación Sexual y la Prevención del VIH-SIDA y Drogas en el Ámbito Escolar".
Con la convocatoria del CICT, GTZ y ONUSIDA se propicia un proyecto regional (Argentina, Brasil, Chile, Paraguay, Perú y Uruguay) por el plazo de tres años, tendiente a la generación de acciones intersectoriales en la temática de la Educación Sexual, la prevención del VIH y sida y el consumo de drogas. El mismo está en vigencia desde marzo de 2007.
En Uruguay, los sectores del Ministerios Salud, la Administración Nacional de Educación Pública y las organizaciones y grupos de la Sociedad Civil vinculadas al tema, se propusieron que las actividades de educación sexual y prevención del VIH-SIDA se integren en los procesos educativos desarrollados en los ámbitos educativos formal y no formal en todos los Departamentos del Uruguay. Participando coordinadamente, cada uno en sus espacios de injerencia.
Las actividades en el espacio no formal pretenden generar una formación y actualización continua de referentes de ONGs, grupos de personas que viven con VIH, profesionales de la salud, educadoras/es, Organizaciones de Jóvenes y mujeres en educación sexual, genero, diversidad y prevención del VIH, que permitan generar una dinámica de promoción y prevención comunitaria.
Principales logros hasta el momento:
- Formación y actualización de 460 docentes referentes a nivel de todo el sistema educativo.
- Jornadas de formación y actualización de 220 Referentes Comunitarias/os en Educación Sexual y Prevención del VIH, en 8 departamentos del país, de los cuales 115 son jóvenes.
- Creación de un equipo móvil de prevención en el departamento de Tacuarembó, que permite alcanzar jóvenes que viven en zonas rurales.
- Realización de 15 Proyectos elaborados y realizados por jóvenes promotores, realizado en 11 departamentos del país.
- 40 Promotores Juveniles elaboraron el guión de un video de prevención del VIH/Sida destinado a jóvenes.
La Hna Stella resalta que lo importante de este proyecto es que busca aunar esfuerzos, sin diluir las diferencias, construye discursos representativos de todos los sectores en referencia a la temáticas y los destinatarios directos y protagonistas de las acciones son los jóvenes.
Otras Noticias...
Nações Unidas pedem proteção aos direitos humanos dos portadores de HIV
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos divulgaram nesta semana declaração em que pedem proteção aos direitos humanos de todas as pessoas, em especial dos portadores do vírus HIV.
O documento foi divulgado diante da notícia de que pelo menos 12 países (com destaque para Estados Unidos, China e países árabes) proíbem a entrada de imigrantes ou turistas que têm o vírus da aids.
"O Unaids e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos pedem que todos os governos fiquem vigilantes no respeito e proteção aos direitos de seus cidadãos, em particular o direito de todos de serem protegidos contra assassinato, tortura, violência, prisões arbitrárias e vilipêndio, não importando sua orientação sexual ou se são HIV positivos", diz um trecho do documento.
O texto comenta que pessoas têm sido forçadas a fazer o teste de HIV, presas arbitrariamente por causa da sua condição de portadoras do vírus e expostas sem o seu consentimento. "Tais medidas punitivas violam os direitos individuais e dificultam a prevenção e o tratamento do HIV", diz outro trecho.
Em entrevista à Rádio Nacional, o representante do Unaids no Brasil, Pedro Chequer, disse que o país não restringe a entrada e nem a permanência de pessoas portadoras do vírus HIV e que, ao contrário, é considerado uma liderança nessa área.
"O Brasil hoje é considerado uma liderança no campo da aids, inclusive no respeito às liberdades, ao direito à privacidade e num entendimento do equilíbrio entre a privacidade e a saúde pública", afirmou.
Ele lembrou que o governo brasileiro chegou a discutir nos anos 80 se deveria restringir a entrada no país de pessoas com a doença, mas chegou à conclusão que a medida seria totalmente inócua e discriminatória, já que a doença é transmitida por contato sexual e não social.
"Na verdade, o vírus já estava circulando, como já está circulando em todo o mundo. Não é esta a forma de impedir a circulação do vírus, até porque a circulação do HIV não é enfermidade de contato social, e sim sexual", explicou.
Segundo Chequer, o governo brasileiro foi convidado pelo Unaids para discutir o tema, estabelecer parâmetros e recomendar a abolição de qualquer tipo de restrição aos portadores do HIV. "Eu diria que os países que adotam essa medida, adotam por um equívoco técnico, por um princípio discriminatório, e adotam também por restrições econômicas", disse Pedro Chequer.
A expectativa, segundo ele, é de que os países se mobilizem politicamente para tentar abolir as restrições contra os portadores do vírus HIV. "A preocupação dos países deve ser alocar recursos para promover a prevenção, o conhecimento, a informação e o preservativo, como o Brasil já vem fazendo há muito tempo. O preservativo é o método mais seguro, mais eficaz e mais adequado na prevenção da transmissão sexual".
De acordo com o site do Programa Nacional de DST/Aids, a entrada de imigrantes ou turistas com o HIV é totalmente proibida nos seguintes países: Arábia Saudita, Armênia, Brunei, Catar, China, Colômbia, Coréia, Estados Unidos, Iraque, Líbia, Moldova e Sudão.
Fonte:www.agenciadenoticias.ac.gov.br
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