Porto Alegre, 10 de de 2010

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Rede Católica frente ao HIV/Aids - América Latina e Caribe

  

Boletim Informativo

Outubro/2008 - Ano 2 - Nº 30

 

Brasil


Seminário Aids e Religião - Rio Grande do Sul

Um momento de partilha, reflexão e aprofundamento será proporcionado às diversas matrizes religiosas e poder público, nos dias 29, 30 e 31 de outubro de 2008 em Porto Alegre.
Pela primeira vez no Rio Grande do Sul as diversas instituições de fé e os profissionais da área da Saúde terão um encontro onde o tema principal será Aids. A Seção de DST/Aids do RS, Igrejas Católica e Luterana; Religiões Africana, Budista, Judaica, Indígena e seguidores do espiritismo entre outras matrizes religiosas estarão juntas não só para partilhar suas experiências de prevenção e acompanhamento das pessoas vivendo com HIV/Aids, mas também para descobrir novos meios de controlar a epidemia da Aids.
A Pastoral da Aids participa ativamente da preparação deste Seminário porque acredita que o diálogo inter-religioso contribuirá para a contenção da epidemia da Aids.

Intercambio Brasil - Paraguay


La Pastoral del Sida de Brasil acoge entre los días 27 a 31 de octubre para una experiencia de intercambio, al Hno. Miguel Villasatti y a la Sra. Daniza Lezcano de Asunción y al Sr. Matilde Ozuna Cañete y a la Sta. Rosa Mabel Ibarra Vera de Ciudad del Este.
Durante este intercambio tendrán oportunidad de conocer el trabajo de la Pastoral del Sida en el Brasil, la Casa Fonte Colombo - www.fontecolombo.org.br -, el Hospital Sanatorio Partenon que es una referencia a nivel de Estado en el atendimiento de pacientes del Programa de Control de la tuberculosis y también en otros servicios como atención terapéutica en VIH/ Sida: centro de testeo y consejería.
Del 29 al 31 de octubre participarán del Seminario Sida y Religión donde tendrán la posibilidad de compartir con el resto de los participantes la experiencia que realizan como agentes de pastoral en el campo del VIH/Sida, en Paraguay.


Intercambio Costa Rica - Nicaragua


Yadira Bonilla, de HUMANITAS nos envía la siguiente buena noticia: "Es un placer contarles que la familia centroamericana es una verdadera familia, donde estamos realizando acciones conjuntas. A partir del Encuentro la Iglesia centroamericana y el VIH/Sida, realizado en El Salvador, conocí al Dr. Adalberto de Nicaragua y entre comentarios, hablamos de la necesidad de pruebas rápidas para aplicar en nuestros grupos beneficiarios y ellos a su vez comentaron la necesidad de material para la labor en prevención, entonces Dios que es grande, ha hecho que Adalberto nos consiguiera 1000 pruebas rápidas y nosotros a la vez les estamos enviando material para prevención. Esto es una prueba más de que somos una familia centroamericana con deseos de caminar juntos."

Panamá


Entre los días 12 a 15 de octubre fue realizado en Panamá el "I Encuentro Latinoamericano y del Caribe de Pastoral de acompañamiento a personas con VIH/Sida y otras enfermedades", convocado por el Departamento de Justicia y Solidaridad del CELAM.
En dicho evento fueron abordados los siguientes temas:
- La pastoral de la Salud. Proceso histórico, nuevo concepto de pastoral de la salud y sus dimensiones - P. Adriano Tarrarán
- Realidad de la Pandemia del VIH/Sida: Informe ONUSIDA. Retos y desafíos para la Pastoral de la Salud - Dr. André Luiz de Oliveira
- Discernimiento: Aspectos éticos, teológicos y pastorales, sociofamiliares de la pandemia del VIH/Sida - P. Léo Pessini
- "Personas que viven con el VIH/Sida", desafío misionero a la Iglesia de América Latina y del Caribe - P. Marlo Verar
- Presentación del Documento" La Iglesia Latinoamericana y del Caribe frente a la pandemia del VIH/Sida - Dra. Maria Imelda Moreno
- Presentación de la Pastoral del Sida de Brasil - Fray José Bernardi.
- Estructuración de la Pastoral del VIH/Sida teniendo presente las dimensiones de la Pastoral de Salud - Isabel Calderón

Otras Noticias...

Cientistas descobrem que vírus da aids pode se esconder em uma única célula

Para um doente crônico de Aids, abandonar a medicação significa reativar a infecção, mas novos dados sugerem que essa ação infecciosa poderia se originar a partir de um único vírus "escondido" em estado latente em alguma célula do corpo. Apesar da eficácia dos atuais tratamentos anti-retrovirais, capazes de reduzir a carga no sangue do vírus que provoca a aids - o HIV - até valores praticamente não detectáveis, erradicá-lo do organismo continua sendo impossível.
Combatido pelos anti-retrovirais, o HIV sobrevive "se escondendo" em algumas células do tecido linfático, do cérebro, da medula óssea ou do sangue, onde resiste protegido em uma espécie de estado inativo -conhecido como estado latente.
Sob algumas circunstâncias, entre elas abandonar a medicação, o vírus em estado latente "desperta" e origina, em poucos dias ou semanas, uma nova infecção muito ativa, com a qual o paciente recupera praticamente a carga de HIV que tinha antes de começar o tratamento.
Saber o que ocorre nessas células "refúgio" e achar o modo de identificá-las para poder, algum dia, eliminá-las e erradicar a infecção são questões fundamentais às quais a investigação pretende responder hoje, explica Günthard Huldrych, professor no Hospital Universitário de Zurique.
O estudo dirigido pelo especialista e que foi publicado hoje na revista americana "Proceedings of the National Academy of Sciences" esclarece a primeira dessas dúvidas.
Durante os últimos dez anos, existiu a incógnita sobre se nessas células que se transformam em "abrigo" para o HIV, este se encontra completamente inativo ou continua se multiplicando lentamente e se propagando a outras células.
A equipe de Huldrych estudou como o vírus evoluía (concretamente, um pedacinho do gene de uma proteína que compõe a cobertura do vírus) em 20 pacientes crônicos de aids que participaram do teste hispânico-suíço de tratamento intermitente (SSITT, em inglês).
Para sua surpresa, descobriram que os vírus que reativavam a infecção mal tinham evoluído em relação à situação inicial, antes de começar o tratamento anti-retroviral.
Segundo os cientistas, essa "estagnação" é um indício de que o vírus não se multiplica ativamente, porque, se fizesse, mesmo de forma lenta, deveria usar a retrotranscriptase.
Esta enzima, fornecida pelo próprio vírus, lhe permite fazer uma cópia de seu RNA no DNA para poder, depois, se inserir no genoma da célula e "se esconder".
Nesse processo de cópia, a enzima se equivoca, e muito, "o que deveria resultar, em último caso, em erros no genoma do vírus", explica Huldrych à Agência Efe. Em outras palavras, seria preciso gerar uma diversidade de vírus que sua equipe não encontrou.
O especialista acredita que se trata de uma boa notícia para pacientes e médicos, porque deste estudo se depreende que os tratamentos anti-retrovirais são "realmente muito potentes".
Além disso, infere-se que seu uso sustentado não teria que levar ao desenvolvimento de resistências, algo que sim seria possível se o vírus tivesse a mínima possibilidade de se multiplicar. Fonte: http://www.agenciaaids.com.br/noticias-resultado.asp?Codigo=10811

 

Autor: RECALAC

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